Dez etapas encadeadas. Você responde o que só você sabe, a IA escreve o resto, e no fim tem a campanha na mão, pronta pra executar.
Segunda você acorda decidido a montar a oferta. Abre o documento, escreve três linhas, e trava no desconto, porque cortar preço dói e você não sabe quanto dá pra cortar. Terça o dia come você. Quarta você resolve que vai fazer algo simples, manda um story dizendo que vem coisa boa aí, e ninguém responde, porque ninguém foi preparado pra esperar nada.
Quinta você escreve um anúncio às onze da noite. Sexta é dia 27 e você posta, junto com todo mundo, disputando o feed mais caro do ano com a Amazon.
Sábado passa. Domingo você olha o resultado, faz as contas, e conclui que Black Friday não funciona pro seu tipo de negócio.
Funciona. Só que ela foi decidida em setembro.
Perder a Black Friday não é perder uma sexta-feira.
Novembro é o mês que sustenta dezembro, que é quando todo mundo some e ninguém compra nada. Quem faz caixa em novembro entra em janeiro com fôlego pra planejar o ano. Quem não faz entra em janeiro precisando vender rápido, e vender com pressa é como você acaba dando desconto maior do que daria se tivesse se organizado.
O prejuízo não aparece em novembro. Aparece em fevereiro, na forma de uma oferta que você não queria ter feito.
Essa parte importa, porque provavelmente você já se culpou por isso.
Montar campanha de Black Friday não é uma tarefa. É uma cadeia de umas quarenta decisões, e cada uma depende da anterior. Você só consegue escrever o anúncio depois de fechar a oferta. Só fecha a oferta depois de decidir se desconta ou empilha. Só decide isso depois de saber quanto de margem tem e quantas pessoas consegue atender.
Então você senta pra fazer a campanha, esbarra na primeira decisão difícil, e o cérebro faz o que qualquer cérebro faria, que é ir fazer outra coisa.
Não é falha de caráter. É uma cadeia longa demais pra ser resolvida de cabeça, entre um atendimento e outro.
Você já deve ter tentado. Abriu o ChatGPT e pediu uma campanha de Black Friday.
Ele te devolveu aquele texto redondo, bem escrito, que serve pra academia, pra dentista e pra você, ao mesmo tempo. Porque a IA é excelente respondendo, e péssima decidindo o que perguntar.
Ela não vai te avisar que descontar 50% com a agenda quase cheia enche seu mês do cliente errado. Nem que, se você já deu desconto no ano passado, sua base aprendeu a esperar novembro. Nem que 20 de novembro é feriado e o fim de semana antes da Black Friday é morto.
Quem sabe disso é quem já montou campanha antes. O que faltava era alguém sentar essa experiência em cima da IA, na forma de perguntas na ordem certa.
Dez etapas, na sequência em que as decisões realmente acontecem.
Cada etapa já sabe o que você decidiu na anterior, então você nunca explica a mesma coisa duas vezes. E cada uma carrega as travas: o que a IA não pode recomendar pro seu caso, o que ela não pode inventar, e o que ela precisa te perguntar antes de seguir.
Você entra com o que só você sabe, que é o que vende, pra quem, e o que trava a venda. A máquina faz o trabalho braçal. Você sai com a campanha.
No fim da sessão, você tem quatro coisas na mão:
O que vai ofertar, por quanto, com qual motivo declarado, e o que fica de fora de propósito. Com o desconto calculado pelo que você aguenta, não pelo que os outros estão fazendo.
Dez anúncios, cada um com um ângulo e um público definido. A sequência de mensagens do aquecimento até quem abriu o checkout e não terminou. Os stories da abertura. O texto da página.
O que oferecer junto, o que oferecer depois, e o que configurar antes de abrir, que é onde a maioria deixa dinheiro na mesa sem perceber.
Com as datas reais de novembro já conferidas, incluindo o feriado que cai bem no meio do aquecimento.
Você abre um documento só. Ele diz o que publicar hoje, onde, e com qual texto.
Você copia, publica e fecha o documento. Amanhã a mesma coisa.
Não tem decisão pendente te acordando às duas da manhã, porque as decisões já foram tomadas numa tarde de setembro, com a cabeça fria, quando ainda dava tempo de pensar.
Se você quer que alguém monte e execute por você, não é aqui. O material decide e escreve; quem grava, publica e responde continua sendo você.
E se você ainda não tem nada pra vender, também não. O kit trabalha em cima de uma oferta sua, mesmo que seja um atendimento que você já faz hoje.
Fora isso, funciona igual pra quem tem oitocentos seguidores e pra quem tem cinquenta mil. O que muda é o que ele recomenda.
Uma campanha de Black Friday montada por quem faz isso profissionalmente custa alguns milhares de reais, e leva de uma a duas semanas indo e voltando.
A alternativa gratuita é você, num sábado, com quinze abas abertas, tentando decidir sozinho o que descontar.
R$ 97
Acesso na hora, e o material fica com você durante a campanha inteira.
Quero montar a minhaSai do ar dia 14 de novembro, porque depois disso não dá mais tempo de executar.
Sete dias
Faça as duas primeiras etapas, que são as que decidem a oferta. Se o que sair de lá não for melhor do que você tinha na cabeça, me peça o dinheiro de volta e pronto, sem precisar justificar.
O risco fica comigo, que é onde ele deve ficar quando eu estou pedindo pra você confiar em algo que ainda não viu.
Uma sessão de umas duas horas, se você já sabe o que vende e pra quem. A parte lenta é decidir a oferta, e essa decisão você vai ter que tomar de qualquer jeito. A diferença é tomar agora, com tempo, ou em novembro, com pressa.
Serve pra quem vende conhecimento ou serviço: curso, mentoria, consultoria, acompanhamento, atendimento. A primeira etapa classifica o seu caso e as recomendações mudam a partir dali. Pra loja de produto físico com estoque, não é a ferramenta certa.
Vai acontecer em alguma etapa, e tem linha pronta pra colar quando acontecer, inclusive pra quando a resposta serviria pra qualquer negócio. As travas já barram os vícios de escrita que denunciam texto de máquina.
A Black Friday é daqui a dez semanas e meia.
A parte difícil dela acontece agora.